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Fiat 800 Spyder: conversível em ritmo de tango

Fiat 800 Spyder: conversível em ritmo de tango

Se aqui no Brasil a presença oficial da marca Fiat remonta a década de 1970, na Argentina a fábrica italiana de automóveis chegou bem mais cedo. Em 1919, foi inaugurada uma concessionária da marca em Buenos Aires, que vendia modelos importados da Itália. Em 1959 foi inaugurada a primeira fábrica Fiat fora do seu país de origem, na Argentina, no distrito de Caseros, próximo a capital federal.

Em 1965 o mercado argentino já era bastante promissor, pois vendia o bem sucedido hatch 600 no segmento de entrada, e o 1100, com motor maior e versões perua e sedan. Mas havia espaço para mais, e a Fiat inaugurou uma outra unidade em Palomares, e lançou o Fiat 770, que teve várias versões inclusive a Spyder, um dos modelos mais raros na Argentina, com apenas 1200 unidades produzidas.

A versão 800 chegou em 1965, com as mesmas soluções mecânicas de seus modelos anteriores, porém aprimoradas. O maior trunfo, no entanto, não era um motor mas sim o desenho concebido por Alfredo Vignale, em Turim, na Itália.

O Fiat 800 tinha 3 carrocerias: um cupê 2+2, uma berlineta e a versão Syper, conversível, que se tornou o primeiro carro desse tipo fabricado em série no país.

O conjunto mecânico era composto de motor quatro cilindros refrigerado a água, de 797 cm3, e 40 cv, alimentador por um carburador Weber 30, suspensão independente e tração traseira, com apenas 695 Kg. Com isso, chegava facilmente aos 115 Km/h, e mais do que um conjunto bem acertado, o Fiat 800 tinha uma experiência de direção bastante interessante e pegada esportiva.

Por ser compacto, e ter os comandos próximos como volante e alavanca de câmbio, o carro é fácil de ser manejado. O conjunto interno também é bonito com painel que tem conta giros, marcador de pressão do óleo e amperímetro. A elasticidade do seu motor aliada a baixa manutenção, o fez ser um carro desejado no final da década de 1960. Mas tal como o nosso Karmann Ghia, sua carroceria cara e construção quase artesanal o posicionava  como um carro de luxo, afinal era um conversível.

Os modelos fechados tiveram mais de oito mil unidades produzidas, mas o Spyder é raro, com apenas 1200 veículos fabricados. Ainda assim, suas linhas equilibradas aliadas a uma mecânica clássica e o desejado estilo de conversível, tornaram o Spyder um dos modelos mais queridos dos argentinos.

Publicado em: 21/12/2010
Fonte: Autoshow

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